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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

A sombra do inglês!

Durante muito tempo vimos nos “Requisitos” dos processos de seleção para trainee, que não era necessário qualquer tipo de experiência ou extensão do curso, “apenas” a formação concluída e fluência em inglês e ser um tanto quanto jovem.

Esse quadro, aos poucos, veio mudando. Hoje, a faixa etária subiu consideravelmente, as experiências anteriores são fatores que irão pesar na hora ‘H’ e o inglês deixou de ser pré-requisito.

Pelo menos isso é o que dizem as revistas e sites especializadas em carreira, pois em uma rápida pesquisa que fiz hoje pela manhã, de 24 programas trainee, apenas 1 não tinha a fluência em inglês como pré-requisito. Vale até a pena ajudar com a divulgação do programa, apesar de não ser preciso, foi o Jovens Talentos Kraft.

voce-pode-falar-ingles-300x258Tomara que as empresas entendam que o inglês e qualquer outra língua ou habilidade técnica, podem ser perfeitamente assimiladas pelo profissional em qualquer época de sua carreira. Já a capacidade de se aprender algo novo, de se alinhar a cultura da empresa, o caráter, a personalidade, as ambições… não se podem ser adquiridas de uma hora pra outra.

Isso seria até fácil, é só calcularem os gastos que uma empresa tem treinando, capacitando, dando feedback, experiência, acompanhamento de um coach, passagens, comida, hotel… entre tantos outros mimos.. para no final do processo, o promissor colaborador dizer que não se adaptou a cultura organizacional…

De qualquer forma vamos esperar pra ver se esse quadro vai mudar completamente ou se foi apenas um momento de euforia de alguns escritores..

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Nada a temer na busca do primeiro emprego

Em qualquer idade, para não ter grandes problemas, o candidato pode preparar-se muito bem, mesmo sendo a primeira experiência

Por Priscila Soares, www.administradores.com.br

Primeira entrevista de trabalho. Este é um dos momentos mais assustadores da vida dequalquer pessoa. Porém, não há o que temer. Hoje, temos recursos bem diferentes dos de antigamente e que podem auxiliar os jovens profissionais nessa etapa da vida.

A busca pelo primeiro emprego já está começando mais tarde. De acordo pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nos últimos oito anos, caiu em 27% o número de jovens entre 15 e 17 anos que trabalham ou estão embusca. Com isso, pode-se perceber que os jovens brasileiros já perceberam que precisam de mais escolaridade para conseguir um emprego melhor.

Entretanto, em qualquer idade, para não ter grandes problemas, o candidato pode preparar-se muito bem, mesmo sendo a primeira experiência. O primeiro passo é verificar com os familiares e amigos como foram as suas entrevistas, quais são as dicas que podem passar.

O uso da tecnologia também pode auxiliá-lo, o que, na época dos nossos pais, não tinha. Hoje há na internet vários consultores de Recursos Humanos que escrevem artigos, postam entrevistas sobre este tema. Pode ter certeza que os conselhos destes profissionais podem trazer algumas mudanças na sua postura na hora da entrevista.

Deste ponto em diante, é que há algumas mudanças, dependendo do perfil de cada candidato. Se ele ainda estiver no Ensino Médio, o candidato pode procurar os professores e diretores da escola para verificar quais as diretrizes que eles podem passar. Já no caso do Ensino Superior, além de pedir ajuda aos professores e colegas de sala (que, neste período, são comuns as entrevistas), há setores especializados, oferecidos pela própria instituição, que, além de ensinar a preparar um currículo, realizam "entrevistas testes", que mostram ao participante como são estas entrevistas, quais os erros que cometeu, no que ele de destacou, e assim por diante.

Além de aprender sobre a postura que tem que ter na entrevista, ainda há dois pontos que não podemos deixar de lado: conhecimento da empresa e vestimenta. Os dois são muito simples de acertar.

Antes da entrevista, é importante que o candidato busque informações sobre a empresa. O mais prático e garantido é por meio do site oficial da organização. Fiqueatento a todas as informações – que segmento ela atua, quais serviços/produtos oferece, está situada apenas na cidade ou em várias etc. Isso mostrará que o candidato está interessado.

A vestimenta é a parte mais simples. Para homens, traje completo: terno e gravata. Para mulheres, uma roupa social, que pode ser calça ou saia, com sapato de salto (de preferência). Evite usar cores muito vibrantes. Como dizem diversos estilistas, menos é mais. E para uma entrevista de emprego, isto também é válido.

Existem muitos mitos sobre as entrevistas de trabalho. O mais importante, não apenas na primeira, mas em todas, é sempre ir preparado. Seja você e não tenha medo – teremos que passar por isso por toda a nossa vida.

Priscila Soares é diretora de Recursos Humanos e Jurídico da Trevisan Outsourcing (priscila.soares@trevisan.com.br).

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terça-feira, 28 de junho de 2011

O que os gestores têm feito - ou não - para preparar e reter talentos

*por Fernando Mantovani

No contexto brasileiro de aquecimento econômico, muito se fala em retenção de talentos, escassez de profissionais qualificados no mercado, inflação salarial, dificuldade em lidar com profissionais da geração Y, aceitação de contraproposta (problema criado pelas próprias empresas), além da dificuldade de identificar, atrair e reter talentos.

Não se pode discordar de nenhum desses pontos. Mais do que isso, como ressalta sistematicamente o próprio Jim Collins, renomado pensador do management mundial da atualidade, as organizações de sucesso são aquelas que têm, antes de tudo, as pessoas certas.

Pouco se explora, no entanto, o fato de que é preciso entender profundamente o motivo que leva as pessoas a deixarem a organização a que pertencem. Logo vem a cabeça a questão da remuneração, mas fatores mais relevantes para os profissionais como relação com o superior imediato e qualidade de vida são deixados à margem.

É fato que a geração Y tem traumatizado empresas que já os veem com maus olhos. Os profissionais nascidos entre 1979 e 1999 prejudicam sua própria imagem por conta do alto grau de exigência em relação às empresas, mas falham gravemente na contrapartida.

Os profissionais da geração Y buscam evolução excessivamente rápida na carreira. Por outro lado não entendem que isto não é sustentável em uma empresa; almejam cargos mais importantes, mas não a responsabilidade dos mesmos; requisitam feedbacks constantes, mas apenas gostam de receber elogios e seu nível de comprometimento com a empresa é questionável.

Desconsiderado todos esses aspectos referentes à geração Y, também é importante analisar o outro lado e questionar se os gestores estão preparados para lidar com seus liderados, formar sucessores e efetivamente desenvolver pessoas.

Também compete à gestão eficaz buscar profissionais compatíveis com os perfis que elas podem absorver e reter, ou seja, não demandar profissionais qualificados demais para atividades excessivamente operacionais.

O mercado mostra que os gestores também têm falhado em suas tarefas. Nos últimos 12 meses os processos de seleção tornaram-se bem mais rigorosos e lentos. Ao mesmo tempo é notório o número de reclamações dos profissionais insatisfeitos com seus atuais empregadores.

Há, por exemplo, a falta de alinhamento de expectativas durante o processo de contratação. Informações como problemas de clima organizacional, carga de trabalho e tarefas operacionais excessivas, para citar apenas algumas situações, não são reveladas.

Em muitos casos é possível observar a inexistência de diálogo e comunicação aberta entre líder e equipe. Isso faz com que critério de promoção não seja claro. São também comuns promessas de crescimento, aumentos salariais, job rotation e treinamento. Não tão comuns são os cumprimentos dessas promessas. Programas de coaching e a preocupação dos gestores com ações de impacto de médio prazo, para a carreira e para a empresa, são relegadas.

Diante disso o mercado brasileiro aquecido torna a atração de profissionais qualificados cada vez mais complicada, mas ainda se olha pouco para a retenção. Quando o tema entra em pauta se pensa apenas na questão financeira e raramente o papel dos líderes da empresa neste processo é avaliado.

Será que temos as pessoas certas nas cadeiras certas? Aparentemente está cada vez mais nítido que os gestores não têm cumprido seu papel, principalmente ao gerenciar expectativa dos profissionais sob sua gestão. Ao mesmo tempo em que não há a comunicação de forma clara, percebe-se o receio na formação de sucessores em contratar profissionais melhores do que eles próprios e, principalmente, em tomar ações que afetem nas carreiras de seus liderados e de seus reportes no médio prazo e não apenas no seu bônus no final do ano.


*Fernando Mantovani é diretor de Operações da Robert Half em São Paulo

terça-feira, 21 de junho de 2011

"Redes sociais influenciam 44% das empresas brasileiras a desclassificar candidatos em processos seletivos". Afirma pesquisa

Informações negativas ou fotos inadequadas no Facebook, Twitter e Orkut podem determinar a avaliação

Por Rafael Farias Teixeira


As redes sociais passam a exercer um papel decisivo também nos processos seletivos de empresas. É o que afirma a Pesquisa Internacional de Mercado de Trabalho realizada pela empresa de recrutamento Robert Half com 2.525 executivos das áreas de finanças e de recursos humanos de 10 países. Para 44% dos brasileiros entrevistados, aspectos negativos encontrados em redes como Facebook, Twitter e Orkut seriam suficientes para desclassificar um candidato no processo de seleção. “A principal preocupação dessas empresas é constatar que o perfil nesses meios é muito diferente do que foi descrito no currículo”, afirma Ricardo Bevilacqua, diretor da Robert Half para a América Latina. Apenas 17% afirmam não se deixar influenciar pelas redes sociais, enquanto os 39% restantes dizem que fariam uma entrevista antes de tomar a decisão final.


Os executivos brasileiros também afirmaram que utilizam a rede LinkedIn para verificar a veracidade das referências apresentadas nos currículos dos candidatos a uma vaga de emprego. 46% deles fazem isso sempre, enquanto 43% fazem essa verificação apenas com os candidatos que já foram entrevistados. Mas como discernir que aspectos da rede fazem parte apenas da vida pessoal da pessoa? “ Quem contrata sempre busca aspectos profissionais na hora de descartar o candidato; as questões pessoais são analisadas em outro nível, como, por exemplo, saber se o candidato faz algum tipo de trabalho voluntário, o que com certeza conta como um ponto positivo”, afirma Bevilacqua. “Os temas que mais causam desclassificação são relacionados a sexo e a qualquer tipo de discriminação.”


O que as empresas querem

Para Bevilacqua os processos de recrutamento no Brasil estão se tornando cada vez mais desenvolvidos, aproximando-se de padrões internacionais. “As empresas sabem que precisam ser mais assertivas nesse aspecto, porque os custos relacionados a uma contratação errada são muito altos”, explica.

Segundo a pesquisa, a primeira coisa que a maior parte (36%) das empresas brasileiras analisa em um currículo é a experiência profissional do candidato; 29% delas buscam as qualificações profissionais, que seriam adquiridas em trabalhos anteriores, e 13% conferem primeiro a formação do candidato.

Todas as empresas sabem que, para conseguir vantagem no processo seletivo, alguns concorrentes à vaga costumam exagerar no currículo. Para 48% dos entrevistados, o candidato faz isso nas responsabilidades que teve no seu trabalho anterior ou atual; 46% acreditam que isso ocorre nas habilidades em idiomas; 42% afirmam que eles exageram na hora de explicar os reais motivos para deixar seu trabalho anterior / atual. Nenhuma das empresas entrevistadas afirmou que acredita que os concorrentes não mentem em nenhum dos quesitos listados.


Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Momento de Reflexão

Olá, esse texto eu encontrei no blog da Quezia Gomes, achei muito legal e resolvi compartilhar com vocês também...


SALARIO DESEJADO

O rapaz com apenas o 1º grau, nunca trabalhou na vida, manda uma proposta, para uma agência de emprego, cargo de Supervisor de Vendas.
No campo "Salário desejado", ele coloca R$ 10.000,00.
No outro dia marcam uma entrevista com ele, e o contratante diz:
- "Sr. Pedro, concordamos com o seu salário de R$ 10.000,00, e mais, achamos que além de 13º e 14º, o Sr. deve receber 2 férias remuneradas no ano, de 40 dias cada, semana de 4 dias, 4 horas de trabalho diárias, um final de semana com acompanhante em qualquer lugar do mundo a cada 60 dias, com acompanhante, tudo pago por nós, uma casa nova, e um carro de até R$ 150.000,00 a cada 3 anos."
Pedro:
- "O Sr. está de brincadeira né?"
Contratante:
- "Óbvio que estou, mas foi o Sr. que começou!!!"



VENDEDOR NOTA 10

Um mineirinho vindo da roça se candidatou a um emprego numa grande loja de departamentos da cidade.
Na verdade era a maior loja de departamentos do mundo, tudo podia ser comprado nessa loja.
O gerente perguntou ao rapaz:
- Você já trabalhou alguma vez na vida?
- Sim, eu fazia negócios na roça.
O gerente gostou do jeito simpático do mineiro e disse:
- Pode começar amanhã, e no final da tarde venho verificar como você se saiu.
O dia foi longo e árduo para o rapaz.
As 17:30 o gerente se acercou do novo empregado para verificar sua produtividade e perguntou:
- Quantas vendas você fez hoje?
- Uma!
- Só uma? A maioria dos meus vendedores faz de 30 a 40 vendas por dia.
De quanto foi a venda que você fez?
- Dois milhões e meio de Reais!
- Como você conseguiu isso
- Bem, o cliente entrou na loja e eu lhe vendi um anzol pequeno, depois um anzol médio e finalmente um anzol bem grande.
Daí eu lhe vendi uma linha fina de pescar, uma de resistência media e uma bem grossa, para pescaria pesada.
Eu lhe perguntei onde ele ia pescar e ele me disse que ia fazer pesca oceânica.
Eu sugeri que talvez fosse precisar de um barco, então
eu o acompanhei até seção de náutica e lhe vendi uma lancha importada, de primeira linha.
Aí eu disse a ele que talvez um carro pequeno não fosse capaz de puxar a lancha, levei-o a seção de carros e lhe vendi uma caminhonete com tração nas quatro rodas.
O gerente levou um susto e perguntou:
- Você vendeu tudo isso a um cliente que veio aqui para comprar um pequeno anzol?
- Não senhor, ele entrou aqui, na verdade, querendo um pacote de modess para a esposa, aí eu falei:
Já que seu fim de semana tá perdido mesmo, que tal uma pescaria?



DILEMA DO EMPREGADO

Se é atencioso, é puxa-saco
Se não é, é arrogante
Se chama o chefe de você, é folgado
Se chama o chefe de senhor, é desambientado
Se fica depois da hora, está fazendo média
Se sai na hora certa, é desinteressado
Se cumpre estritamente as normas, não tem iniciativa
Se questiona, é indisciplinado
Se elogia, é gozador
Se critica, é insubordinado
Se diz-se satisfeito, é hipócrita
Se diz-se insatisfeito, é ingrato
Se não tem trabalho, é porque não procura
Se tem muito trabalho, é porque é lerdo
Se faz cursos, é aproveitador
Se não os faz, não tem vontade de crescer
Se procura conhecer outros serviços, é dispersivo
Se só entende do seu, é bitolado
Se não colabora, é mandado embora
Se colabora, O CHEFE É PROMOVIDO!!!!

Fonte: www.piadasonline.com.br

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Qualidade de Vida no Trabalho é Fundamental

Com o crescimento constante das empresas, o número de funcionários também tende a aumentar e a preocupação com os lucros está sempre no topo da pirâmide da mente de qualquer proprietário, com isso, geralmente, a qualidade de vida no trabalho (QVT) acaba por ficar escanteada e com o passar do tempo torna-se insuportável trabalhar nessas empresas.

Mas o que será que se passa pela cabeça dos manda-chuvas, pois o raciocínio é lógico. A empresa quer lucros e os lucros vêm do serviço que a empresa oferece ou produto que ela fabrica. Isso depende diretamente da produtividade dos colaboradores, produtividade essa que aumenta junto com a satisfação e a QVT, assim termina o ciclo que trás a felicidade ao patrão.

Acreditamos que essa mente fechada não é pura e simplesmente por ruindade do chefe, mas que ela é causada pela falta de informação e qualificação, principalmente de quem inicia um negócio sem um planejamento estratégico e sem o mínimo de noção do que significa liderança, motivação e clima organizacional. Então fica muito difícil encontrar qualidade de vida nessas localidades.

Com a globalização e com o acesso a internet cada vez mais acessível, hoje em dia todos podem ter acesso a informações que abrem suas mentes e mudam os antigos conceitos de que “você recebe pra fazer o que é mandado e pronto”. Apesar do conceito de treinamento e desenvolvimento já ter sido bem digerido pelas empresas, a busca dos melhores profissionais ainda continua e as concorrentes estão, cada vez mais, de olho aberto.

Por isso a preocupação com a QVT está, a cada dia que passa, mais estampada na cara dos chefões. Mas finalmente, o que será essa Qualidade de Vida no Trabalho que tanto é falada, por funcionários bem informados, revistas e livros, e por profissionais de Recursos Humanos?

A QVT é todo um conjunto de fatores que procura fazer com que o clima organizacional da empresa seja favorável, a ponto dos colaboradores estarem sempre motivados, realizando assim, um trabalho perfeito, eliminando erros, atrasos, desencontros de idéias e atitudes que tendem sempre a prejudicar todos da empresa e seu público alvo.

No entanto não há possibilidade de se executar todo um processo para a implantação da qualidade de vida na empresa sem antes colocar na filosofia das empresas, três das pirâmides presentes no livro “O Monge e o Executivo” de James Hunt.

Uma delas fala sobre a essência da liderança, que para chegar ao topo é necessário ter vontade de aprender e de fazer, amor pelo que se faz, trabalhar muito e até se sacrificar se for preciso, com isso se obtém a autoridade necessária e só assim pode-se chegar a liderança ideal tão falada por nós.

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As outras pirâmides fazem uma comparação de como é o processo de satisfação dentro das organizações, comparando-as com o exército e mostrando como seria o processo ideal com a pirâmide colaborativa. Veja:

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Com o modelo antigo que imita o do exército, temos os colaboradores e os clientes como os últimos na hierarquia da satisfação. Mas se usarmos a cabeça pra pensar, pelo menos um pouco, voltaremos ao que já foi dito. A empresa precisa dos lucros fornecidos pelos clientes e quem faz o contato direto com os clientes? Quem? Lógico que são os colaboradores, por isso que o modelo ideal é o demonstrado na terceira pirâmide, o Modelo Colaborativo.

Agora, depois dessa singela demonstração, o que nos resta, como Gestores de Recursos Humanos, é a mudança de cultura das empresas, principalmente das regionais, que ainda pensam como os pré-históricos, sem perceber o momento econômico que o país esta passando e com isso não desenvolvem seus pensamentos e ideais, asfixiando o desenvolvimento dos colaboradores em geral.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Ergonomia

ergonomiaLembrando um pouco da aula que tive ontem e de uma dor nas costas que não me deixa quieto, resolvi escrever um pouco sobre “Ergonomia”.

Poucos sabem o quanto esses estudos estão presentes em nosso dia-a-dia, muito menos o quanto são importantes pra gente, tanto na vida pessoal quanto profissional. Sendo que na vida profissional os estragos podem ser um pouco maiorea do que na pessoal, tanto aos donos das empresas, quanto e principalmente aos colaboradores que são diretamente afetados pela má colocação de objetos de trabalho, mau estado ou a falta deles.

Também chamada de “Engenharia dos Fatores Humanos” a palavra Ergonomia deriva-se de duas palavras Gregas: “ergon” que significa trabalho, e “nomos” que significa leis, normas, regras e etc. Hoje em dia, a palavra é carinhosamente usada para descrever a ciência de “conceber uma tarefa que se adapte ao trabalhador, e não forçar o trabalhador a adaptar-se à tarefa”.

Ivo Gomes escreveu em seu blog que “A Ergonomia pode ser aplicada em vários sectores de actividade (Ergonomia Industrial, hospitalar, escolar, transportes, sistemas informatizados, etc.). Em todos eles é possível existirem intervenções ergonômicas para melhorar significativamente a eficiência, produtividade, segurança e saúde nos postos de trabalho. A Ergonomia actua em todas as frentes de qualquer situação de trabalho ou lazer, desde os stresses físicos nas articulações, músculos, nervos, tendões, ossos, etc., até aos factores ambientais que possam afectar a audição, visão, conforto e principalmente a saúde.” Acho que ele foi bem claro.

Esses são alguns exemplos que ele citou das diversas áreas que a ergonomia pode atuar.

  • No desenho de equipamentos e sistemas computorizados, de modo a que sejam mais fáceis de utilizar e que haja menor probabilidade de ocorrência de erros durante a sua operação – particularmente importante nas salas de controlo, onde existe uma elevada carga de stress.
  • Na definição de tarefas de modo a que sejam eficientes e tenham em conta as necessidades humanas, tais como, pausas para descanso e turnos de trabalho sensíveis, bem como outros factores, tais como recompensas intrínsecas do trabalho em si.
  • No desenho de equipamentos e organização do trabalho de modo a melhorar a postura e aliviar a carga de trabalho no corpo, reduzindo assim as Lesões Músculo-Esqueléticas do Membro Superior e as Lesões resultantes de Trabalho Repetitivo.
  • Na arquitectura da informação, de modo a que a interpretação e uso de guias, sinais, e ecrãs seja mais fácil e sem ocorrência de erros.
  • Na criação de acções de formação para que todos os aspectos do trabalho sejam compreendidos pelos trabalhadores.
  • No desenho de equipamento militar e espacial – casos extremos de resistência do corpo humano.
  • Na concepção de ambientes de trabalho, incluindo a iluminação e a temperatura ambiente, de modo a satisfazer as necessidades dos utilizadores e das tarefas executadas. Onde seja necessário, na concepção de equipamentos de protecção individual para o trabalho em ambientes hostis.
  • Nos países em desenvolvimento, a aceitação e eficiência do uso de tecnologia básica pode ser melhorado significativamente.

Comente, dê a sua opinião. Obrigado…

sábado, 29 de janeiro de 2011

Battle of Concepts–Brasil

Topo_01A última edição da revista Você S/A trouxe uma matéria falando sobre o site Batalha de Conceitos. Desenvolvido na Holanda, o site chegou ao Brasil por meio do holandês Hans van Hellemondt, em parceria com o TerraForum e já está virando febre aqui na terrinha.

No site, empresas postam desafios para os jovens estudantes resolverem e quem conseguir o feito pode levar pra casa uma graninha, pois os prêmios chegam a R$ 15.000,00 (divididos entre as priimeiras posições).

Ainda no site, do lado esquerdo, você va i encontrar um ranking. Participando das batalhas ou desafios, você acumula pontos. Na Holanda esses pontos já estão sendo incluidos nos currículos e ajudando as empresas a selecionar os tão sonhados talentos, com poder de inovação, para continuarem à frente da concorrência.

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Por não sofrerem a pressão que os profissionais sofrem, fica muito mais fácil para os universitários resolverem os desafios e se colocarem na vitrine para as grandes empresas, já que empresas como Natura,  Vopak, Ambev, Tecnisa, Alphaville entre outras, participam do site e automaticamente estão de olho em quem está se destacando no ranking.

Então não perca tempo, acesse o site do Batalha de Conceitos, se cadastre e participe. É grátis e você ainda pode descolar o emprego que tanto procura.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

A um passo do primeiro emprego

Prepare-se e esteja atento às oportunidades do mercado para quem não tem experiência.

A grande lamúria dos jovens que estão em busca do primeiro emprego é a falta de oportunidade para adquirir experiência. Profissionais de recursos humanos e orientadores de carreira devolvem: a conquista do trabalho número um exige do jovem inexperiente análise do mercado de trabalho. Em outras palavras, requer sabedoria para discernir onde estão as empresas que procuram os calouros e o que elas querem.

Nesta época do ano a oportunidade está na indústria e, em maior parte, no varejo. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e Trabalho Temporário (Asserttem), cerca de 30% das vagas temporárias deverão ser preenchidas por jovens em situação de primeiro emprego. Estima-se a contratação de 139 mil profissionais para suprir a demanda do Natal.

Para Paulo Queija, consultor de recursos humanos da MQS Consultoria e Treinamento Empresarial, o jovem pode acumular uma valiosa experiência na contratação temporária. “Além das possíveis vagas para efetivação ao final do período, algumas empresas buscam novos talentos para a renovação de seu quadro”, destaca.

Localizado na baixada santista (São Paulo), o Litoral Plaza Shopping estima 660 contratações para o Natal em suas 220 lojas. Em 2009, 20% dos temporários foram efetivados.
O setor de telesserviços é outro filão para os jovens sem experiência. De acordo com a Associação Brasileira de Telesserviços (ABT), a atividade cresce 10% ao ano. A expectativa é terminar 2010 com 37 mil novos postos de trabalho. Grande parte dessas vagas é destinada aos jovens em condição de primeiro emprego.

“É um setor que não exige experiências anteriores e, ao mesmo tempo, oferece ótimas oportunidades de desenvolvimento profissional e evolução na carreira”, atesta Neiva Dourado Martins Mendes, diretora de recursos humanos da DEDIC GPTI.

Quem não tem perfil para atuar no varejo ou em call centers pode encontrar no voluntariado e nos programas especializados a oportunidade de ingressar no mercado de trabalho.

Para Michelle Caetano, orientadora pedagógica do Programa Preparação para o Trabalho, mantido pela organização não-governamental Ação Comunitária, essas práticas permitem agregar competências valorizadas pelas empresas. “São ações que possibilitam ao jovem ampliar sua rede de relacionamentos (network) e a partir daí conseguir alguma indicação para uma vaga de emprego”, ressalta.

Programas de Estágio e Trainee

Estagiar é exercitar a teoria aprendida na escola seja ela de nível médio, técnico ou superior. Para Ruy Leal, superintendente geral do Instituto Via de Acesso, o bom estágio é o melhor caminho para o jovem conhecer o universo do trabalho dentro de sua área de formação.

Autor de “Superdicas para o jovem escolher bem sua profissão” (Editora Saraiva), ele destaca que o estagiário precisa ter o mínimo de conhecimento teórico e foco na área de interesse. “Um estudante de Arquitetura, por exemplo, deve identificar se deseja trabalhar num escritório ou em empresas de construção antes de disseminar seu currículo.”

Jovens no final da graduação ou recém-formados, que buscam a primeira oportunidade profissional por meio de um programa de trainee, devem ficar atentos aos sites corporativos e às redes de relacionamento. “O trainee precisa estar antenado com a sociedade. Deve ser uma pessoa politizada, que saiba se posicionar sobre temas da atualidade e lidar com pessoas”, afirma Gustavo Nascimento, gerente da Foco Talentos.

Conhecimento em idiomas estrangeiros, principalmente o inglês e o espanhol, também é importante. “Diria que 90% dos programas pedem ao menos o inglês avançado”, diz Nascimento.

sábado, 20 de novembro de 2010

Curriculo na net

Prático e amigo do meio ambiente documento on-line conquista as empresas que abolem os arquivos de papel. Aprenda a preparar o seu.

Recorrer ao arquivo de papel para encontrar profissionais é coisa do passado. A busca por candidatos hoje é feita, grande parte, na internet. Segundo pesquisa realizada pela consultoria Robert Half em 13 países a cada cinco empresas brasileiras, uma utiliza o meio digital e as redes sociais para selecionar candidatos. Ainda de acordo com o levantamento, o Brasil se tornou o país com os processos seletivos mais rápidos.

Para Tais Targa, manager partner da TTarga Career Consulting, a praticidade e o conceito de sustentabilidade fazem as organizações migrarem para o meio on-line. “As multinacionais e as empresas de grande porte não operam mais com os arquivos de papel. Elas utilizam seus próprios sistemas informatizados para encontrar candidatos”, destaca.

Outra vantagem da internet é a facilidade na atualização do currículo e a padronização do documento. “Os currículos de papel requerem espaço para armazenamento e ficam ultrapassados com frequência. Na internet, em poucos cliques o selecionador utiliza um filtro automático e consegue buscar somente os perfis que são interessantes”, ressalta Guacira Ribeiro, especialista em gestão de recursos humanos pela Fundação Getúlio Vargas.

O meio digital permite ainda mencionar links que remetam ao portfólio ou às redes de relacionamento do profissional. “A maioria dos headhunters (caçadores de talentos) está no Linkedin (rede de relacionamento profissional). Lá eles fazem suas buscas e abordam os profissionais”, afirma Tais.

O currículo na internet, no entanto, tem suas peculiaridades. É importante conhecê-las antes de investir tempo na elaboração do documento on-line. Caso contrário, a dedicação pode ser em vão.

Esse é o passo a passo para você chamar a atenção das empresas no meio digital.

  • 1. Compreenda todos os itens antes de informar seus dados. Cada um tem um propósito diferente. Dica: fique atento às orientações do site;
  • 2. Preencha todas as seções, mesmo as opcionais. Quanto maior o número de informações relevantes, maior a visibilidade. Algumas empresas filtram suas pesquisas em determinados itens do documento;
  • 3. Atualize o currículo sempre que alterar dados pessoais como telefone, e-mail e endereço. Inclua ainda informações novas sobre a carreira como cursos e experiências;
  • 4. Utilize palavras-chave sem economia. É por meio dos termos ligados à área de atuação que as organizações buscam os candidatos. Por isso, são considerados signos fortes;
  • 5. Caso o sistema peça foto, escolha uma imagem de boa qualidade, que mostre apenas o rosto e transmita serenidade;
  • 6. Não esqueça que objetividade, comunicação escrita impecável e destaque nas descrições dos cargos e formação, características do currículo impresso, valem para o meio digital.
  • 7. Cadastre-se apenas em sites confiáveis. Com o amplo uso da internet para recrutar candidatos há uma proliferação de sites de emprego. Nem todos atendem à necessidade do profissional.
Empregos da Careerjet